4 de janeiro de 2012

A que ponto pode chegar a vaidade humana?

       Quer testar o caráter de um ser humano? dê-lhe dinheiro ou poder. Uns atribuem esta frase ao filósofo Platão, apesar de ter cursado filosofia, nunca a vi, em algum livro sobre os pensadores gregos. Mas, na verdade, as pessoas normalmente revelam-se por outro lado da personalidade, diante da condição econômica elevada, ou tendo poder de decisão sobre determinadas situações. Um grande e claro exemplo disso, são determinados gestores municipais, quando desejam sentar-se na cadeira de jacaranda, demonstram ser simples, humildes, abnegados pela causa dos pobres, só que quando la chegam, passam a ostentar uma vaidade, um orgulho, uma prepotência, que supera ao método de certos imperadores do passado, rodeados de asseclas de toda espécie, portando a caneta que tanto promove quanto demite, protege os apadrinhados e persegue os considerados adversários, além de movimentar a estrondosa verba de alguns milhões, entre os patrocinadores de suas campanhas políticas e empresários que executam obras super faturadas, dividindo entre si, o bolo que seria destinado ao bem comum.
Para não aparentar tal comportamento, gasta uma boa parcela com a mídia enganosa, aproveita da ignorância e fanatismo de muitos, além de criar um exército de seguidores, dos quais, a maioria mama alguma coisa, isso, na linguagem vulgar.
Objetivo: enrequecimento ilícito em 4 anos, cerscer na política e ainda passar a falsa imagem de bonzinho, caso o seu sucessor seja medíocre na forma de administrar, essa falsa imagem tornar-se-á real. De qualquer sorte, mesmo comprovada a sua desonestidade, terá dinheiro para defender-se com bons advogados, já que o patrimônio retirado dos cofres públicos, normalmente está em nome de laranja, acabando tudo em festa, toda denúncia e apuração. O nome disso é CORRUPÇÃO, prática tão comum na nossa sociedade e que pena, que pessoas até esclarecidas, apoiem indivíduos com tais modus operandi. A prova disso ver-se em certas prefeituras, gestores reclamando de que a verba e insuficiente, só que em época de campanha, surge um bom número de candidatos acompanhados por maior número de financiadores para suas campanhas, já que por pior que esteja o município, sempre pingará todos os meses, o FPM, o ICMS, e outras verbas de convênios, o que satisfaz a ganância de grupos, que poderiam ser chamados de quadrilhas e não de gerenciadores do bem comum. Isso, sem falar em certos vereadores que não fiscalizam nada, exceto os benefícios cobrados em troca de apoio, aos gestores que na linguagem popular, são farinhas do mesmo saco.
Se o seu município se enquadra nesta condição, pense bem antes de partir para a urna no dia 7 de outubro.

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