Se existem questionamentos que só a filosofia e a teologia podem responder-nos, aqui estão na íntegra: quem somos, qual a nossa origem e destino, e o que estamos fazendo aqui?
Se perguntarmos a um ateu, por mais culto que seja, a resposta será o acaso, ou seja: tudo acontece por acaso, sem uma razão especial para o fato. O homem, nasce, cria e morre, e tudo volta ao que era antes, com a efemeridade dos seres materiais, e fim de papo. É até muito fácil de responder e entender, porém, não satisfaz o questionamento e a inquietação da maioria das cabeças pensantes, que olham para o universo, para os fenômenos mais próximos de nós, e diante da complexidade dos acontecimentos e da ordem natural com que isso ocorre, e não se conformam com o simples acaso. Se fizermos as mesmas perguntas a um renomado cientista, ouviremos a resposta baseada na teoria da evolução dos seres, começando pela formação do universo, passando pelas estrelas e o seu processo de formação dos elementos químicos e o lançamento desses
no espaço sideral, cujos componentes em combinação físico-química, produzem outros combinados, que em condições especiais de temperatura e pressão, reagem, produzindo os componentes que fazem parte da vida bacteriana, até chegarmos aos seres inteligentes que somos. Até aí, já deu uma melhorada na resposta, só que se aprofundarmos, vai encerrar no mesmo final que o ateu descreveu, mantendo a mesma inquietação do
questionador. E aí, após o nosso retorno físico ao local de origem(o pó retorna à terra) nada mais pode existir? é o fim de tudo? partindo da lógica em que o ser humano vive no máximo 80 a 100 anos, já com limitações no final da vida, nasceu e foi uma mão de obra para os pais colocá-lo em condições autônomas,
uma verdadeira gincana para prepará-lo, saúde, educação, preparo profissional, emprego, aposentadoria, e
após tanta luta, vem a velhice debilitante, seguida pela morte, que para os materialistas, é o fim de tudo, e aí
pergunta-se: vale a pena existir, ou seria melhor ou indiferente caso não tivesse vindo ao mundo? é claro que
se não tivesse nascido, não tinha usufruído das boas coisas, e nem das ruins; embora não tivesse o mental, que nos traz as lembranças, não faria diferença. teria sentido, uma opção dessa, se ao vencer a batalha, você
está condenado `a velhice debilitante e à morte? pelo visto, só as ciências dos amigos do saber e dos aceita-
dores da fé, poderá nos confortar das nossas perguntas angustiantes, com a promessa de que existe um ser imaterial, e imortal, que habita os nossos corpos durante a vida, e que terá um destino eterno após a nossa morte, e que segundo a lei moral contida nos livros sagrados, de acordo com o nosso proceder, teremos um
destino de glória ou de sofrimento para o espírito, não querendo aqui criar polêmica com pessoas que pensam de forma diferente e ao mesmo tempo, me identificando com o pensamento teológico, ou seja: acredito na existência de Deus, e na vida espiritual eterna. Que me desculpem, os ateus e materialistas.
Abordagens sobre política, economia, sociedade e fatos do dia a dia, incluindo educação no trânsito e o efetivo exercício da cidadania.Com Pedro Bonfim.
22 de fevereiro de 2012
23 de janeiro de 2012
ENTENDENDO A VIDA
Um método para o bom viver, é procurar entender a vida. E o que seria isso? iniciamos pela busca do sentido de viver-se, sem o qual, não encontrar-nos-iamos com os nossos objetivos, tornando o viver vazio e angustiante. Já que somos seres condenados à morte, desde que nascemos, todos os dias nos aproximamos desta realidade. Precisamos gerenciar as atividades físicas e psíquicas do dia a dia, para que os dissabores que deveremos enfrentar, não nos leve ao desestímulo pela vida, afetando a qualidades desta e nos tornando condenados ao sofrimento, traduzidos na era moderna pela depressão e outros distúrbios que tem levado muita gente às fugas pelo alcoolismo, drogas pesadas ou medicamentosas causadoras de dependência, que embora melhore os sintomas do enfermo, não o coloca diante do pleno equilíbrio e da tão desejada felicidade. Seria interessante saber-se o que significa ser feliz para as pessoas, mesmo sabendo-se da variedade de definições.
E aí está grande parte dos desencontros: diante da sociedade apelativa consumista em que vivemos, muita gente acha que ser feliz, seria ter um carro de luxo, uma bela casa, uma conta bancária estufada de dinheiro, mulher nova e bonita, sucesso na profissão, e uma série de condições que normalmente não está ao seu alvance. Esta, é a política do ter, que abandona o ser, com todo o seu prestígio, tornnado o ser escravo do ter. Precisamos ter cuidado para não nos envolvermos nisso. Na verdade, todos os humanos nascem nus e desprovidos até de nomes. As conquistas virão no desenrolar da vida. E se você é daqueles que pensa que para ser feliz é obrigatório ter isso ou aquilo, você não vive a sua essência como ser. Para ser feliz, necessário se faz que além da auto valorização como pessoa humana, você seja capaz de administrar o que você tem o que não tem, sem permitir que a posse ou a falta, altere a essência do seu ser. Evidentemente, devemos lutar para alcançarmos patamares de progresso também na vida material, sem obsessão e com métodos éticos, honestos, e não obter à qualquer custo. Afinal, existe a lei da responsabilidade divina, já que a parte moral daqui da terra foi abandonada por muita gente, que não se envergonha em roubar, corromper, para obter riqueza. E aí, alguém poderá dizer: isso é pensamento da Gréssia antiga, do tempo de Platão,hoje, quem não rouba não fica rico, e uma série de babozeiras, na defesa da corrupção. O fato é que a humanidade, de tanto ceder ao convite da ma conduta, do abandono aos princípios éticos, que também são sagrados, tem causado tanto sofrimento aos habitantes do nosso planeta. Portanto, meu amigo, minha amiga, mesmo morando numa pequena casinha, ganhando o mínimo salário, vivendo de forma humilde, não são esses fatores que possam condenar-lhe à infelicidade. A sua dignidade e honradez falará mais alto do que muitas pessoas portadoras de fortunas, adquiridas de forma desonesta, muitas vezes, desviando a merenda de crianças, melhoria de vida de populações, se beneficiando de forma espúria e ainda se apresentando como herói salvador dos pobres. Não queremos com este artigo exaltar a pobreza, nem condenar a riqueza. Apenas, deixar claro que para se ser feliz, não é obrigatório ter isso ou aquilo, materialmente falando, e que nem toda riqueza é honesta. Também, que uma pessoa para ser digna ou merecedora de um mandato público, não é indispensável que seja rico. A capacidade, a honestidade, o caráter e a sensibilidade humana, são formas de riqueza, mesmo sendo diferentes daquela exigida e ambicionada por certas pessoas. Ser feliz é: acordar todo dia, deitar em paz com a sua consciência, estar com saúde, de bem com a vida e uma série de circunstâncias que eu levaria um dia comentando, sem deixar de fazer os outros felizes. Viu como é possível?
E aí está grande parte dos desencontros: diante da sociedade apelativa consumista em que vivemos, muita gente acha que ser feliz, seria ter um carro de luxo, uma bela casa, uma conta bancária estufada de dinheiro, mulher nova e bonita, sucesso na profissão, e uma série de condições que normalmente não está ao seu alvance. Esta, é a política do ter, que abandona o ser, com todo o seu prestígio, tornnado o ser escravo do ter. Precisamos ter cuidado para não nos envolvermos nisso. Na verdade, todos os humanos nascem nus e desprovidos até de nomes. As conquistas virão no desenrolar da vida. E se você é daqueles que pensa que para ser feliz é obrigatório ter isso ou aquilo, você não vive a sua essência como ser. Para ser feliz, necessário se faz que além da auto valorização como pessoa humana, você seja capaz de administrar o que você tem o que não tem, sem permitir que a posse ou a falta, altere a essência do seu ser. Evidentemente, devemos lutar para alcançarmos patamares de progresso também na vida material, sem obsessão e com métodos éticos, honestos, e não obter à qualquer custo. Afinal, existe a lei da responsabilidade divina, já que a parte moral daqui da terra foi abandonada por muita gente, que não se envergonha em roubar, corromper, para obter riqueza. E aí, alguém poderá dizer: isso é pensamento da Gréssia antiga, do tempo de Platão,hoje, quem não rouba não fica rico, e uma série de babozeiras, na defesa da corrupção. O fato é que a humanidade, de tanto ceder ao convite da ma conduta, do abandono aos princípios éticos, que também são sagrados, tem causado tanto sofrimento aos habitantes do nosso planeta. Portanto, meu amigo, minha amiga, mesmo morando numa pequena casinha, ganhando o mínimo salário, vivendo de forma humilde, não são esses fatores que possam condenar-lhe à infelicidade. A sua dignidade e honradez falará mais alto do que muitas pessoas portadoras de fortunas, adquiridas de forma desonesta, muitas vezes, desviando a merenda de crianças, melhoria de vida de populações, se beneficiando de forma espúria e ainda se apresentando como herói salvador dos pobres. Não queremos com este artigo exaltar a pobreza, nem condenar a riqueza. Apenas, deixar claro que para se ser feliz, não é obrigatório ter isso ou aquilo, materialmente falando, e que nem toda riqueza é honesta. Também, que uma pessoa para ser digna ou merecedora de um mandato público, não é indispensável que seja rico. A capacidade, a honestidade, o caráter e a sensibilidade humana, são formas de riqueza, mesmo sendo diferentes daquela exigida e ambicionada por certas pessoas. Ser feliz é: acordar todo dia, deitar em paz com a sua consciência, estar com saúde, de bem com a vida e uma série de circunstâncias que eu levaria um dia comentando, sem deixar de fazer os outros felizes. Viu como é possível?
22 de janeiro de 2012
Os suicídios em Ipiaú
Percebe-se na nossa cidade, em período inferior a uma década, a ocorrência de um elevado número de suicídios, em relação à nossa população. Não vou citá-los, em respeito às pesadas lembranças dos familiares das vítimas, mas, posso
afirmar que todas as vítimas eram jovens. Os motivos são os mais variados, com predominância pelos conflitos afetivos.
O que mais nos preocupa diante da questão, é o que pode-se fazer no sentido de evitar tão dolorosas ocorrências, que chocam não só os familiares, mas, toda a sociedade. É preciso que algo seja feito, envolvendo setores específicos da nossa comunidade, entre os quais: psicólogos, religiosos, assistentes sociais, associações e poder público, e principalmente as famílias de pessoas com problemas mau resolvidos, no sentido de um acompanhamento e providências e orientações às pessoas que convivem com tal ameaça. Sabemos que a vida moderna, repleta de afazeres e pobre de observação e envolvimento nas questões alheias, até mesmo dentro da família, torna esta missão difícil, e em consequência, só quando a bomba estoura é que as pessoas, mesmo familiares, se assustam e nada mais podem fazer, a não ser chorar, sofrer, lamentar e conviver com os efeitos do ocorrido. Sabemos que além dos transtornos gerados pelos conflitos, o desequilíbrio psicológico, o uso de alcool, outra drogas, o vazio espiritual, a falta de uma crença no sagrado, todos são fatores favoráveis a um final trágico. E aí, a participação da família é fundamental, não só orientando, como tomando medidas emergenciais, em socorro de quem corre sério risco de morte. Ex. deslocar a potencial vítima para lugar longe do ameaçador, enquanto a paixão ou o ódio passa. Buscar o direito, a justiça, a polícia, em proteção contra as ameaças. Vale lembrar que: o criminoso, também é uma vítima, vítima da paixão, do desequilíbrio psicológico, da falta de fé, da falta de um ombro amigo que possa perceber a gravidade da situação e ajudá-lo com orientação, apoio, fazendo algo em prol de ambos. E para quem acha que o assassino não é vítima, basta analisar que quem se mata, perdeu completamente a razão da vida e o amor por tudo.
afirmar que todas as vítimas eram jovens. Os motivos são os mais variados, com predominância pelos conflitos afetivos.
O que mais nos preocupa diante da questão, é o que pode-se fazer no sentido de evitar tão dolorosas ocorrências, que chocam não só os familiares, mas, toda a sociedade. É preciso que algo seja feito, envolvendo setores específicos da nossa comunidade, entre os quais: psicólogos, religiosos, assistentes sociais, associações e poder público, e principalmente as famílias de pessoas com problemas mau resolvidos, no sentido de um acompanhamento e providências e orientações às pessoas que convivem com tal ameaça. Sabemos que a vida moderna, repleta de afazeres e pobre de observação e envolvimento nas questões alheias, até mesmo dentro da família, torna esta missão difícil, e em consequência, só quando a bomba estoura é que as pessoas, mesmo familiares, se assustam e nada mais podem fazer, a não ser chorar, sofrer, lamentar e conviver com os efeitos do ocorrido. Sabemos que além dos transtornos gerados pelos conflitos, o desequilíbrio psicológico, o uso de alcool, outra drogas, o vazio espiritual, a falta de uma crença no sagrado, todos são fatores favoráveis a um final trágico. E aí, a participação da família é fundamental, não só orientando, como tomando medidas emergenciais, em socorro de quem corre sério risco de morte. Ex. deslocar a potencial vítima para lugar longe do ameaçador, enquanto a paixão ou o ódio passa. Buscar o direito, a justiça, a polícia, em proteção contra as ameaças. Vale lembrar que: o criminoso, também é uma vítima, vítima da paixão, do desequilíbrio psicológico, da falta de fé, da falta de um ombro amigo que possa perceber a gravidade da situação e ajudá-lo com orientação, apoio, fazendo algo em prol de ambos. E para quem acha que o assassino não é vítima, basta analisar que quem se mata, perdeu completamente a razão da vida e o amor por tudo.
16 de janeiro de 2012
A Tragédia no Trânsito
Muita gente sabe que temos um trânsito dos mais violentos do mundo, com 35 a 40.000 mortes por ano, sem contar com os óbitos que fogem às estatísticas, ou seja os que morrem em casa ou após dias da ocorrência
nefasta. Na realidade, é um número estúpido, bem maior do que o resultado de todas as guerras, ora existentes
no nosso planeta. Estamos falando do trânsito no Brasil. E aí, alguém pergunta o motivo de tanta morte, já que em outros países com frotas de veículos e populações bem maiores que a nossa, este número é bem menor?
São vários os fatores que interferem na causa, entre os quais: educação social, severidade das leis, são os principais ícones, além de outros somatórios que podem ser citados como qualidade das nossas estradas, veículos, despreparo de muitos dos nossos condutores, que não se encaixam muito bem, mas tem gente que faz tal alegação. Sobre a nossa legislação, parece que os legisladores elegeram um sistema jurídico para não punir, deixando brechas de todos os tamanhos no código. Um ex. disso é a lei seca, o infrator não é obrigado a colaborar com as provas do seu crime. Quanto a educação no trânsito, é outra fonte de desrespeito, pouca gente se porta como cidadão atraz do volante. Corre demais, dirige sobre efeito de alcool ou outras drogas, ultrapassa na faixa contínua, em lombada, curva, pela direita, pelo acostamento, sem ser habilitado, faz disputa ou pega, coloca criança no banco dianteiro, não usa cinto de segurança e outras tantas loucuras, que somadas, resulta no triste e vergonhoso número de mortos e muito mais de feridos. Eu é que sei quando assumí o Detran de Ipiaú, e iniciei a campanha educativa e proibitiva do uso da famigerada cuia pelos condutores de motos. Hoje, todos compreendem e alguns até me agradecem. Só que no início, fui chamado de intransigente. E assim, é a nível nacional. Muita gente descomprometido com a segurança, gerando vítimas ou até se matando, levado pela estupidez. E o pior, a cada dia a nossa frota aumentando e as nossas autoridades nada fazem no sentido de elevar o nível de segurança dos nossos condutores. Portanto, antes de presentear o seu filho(a) com um veículo, prepare-o(a) para isso, habilite-o(a) e observe se o mesmo está comprometido com a sua segurança e a dos outros. A educação e o controle, começa em família; os guardas do trânsito, só poderão no máximo, multar ou fazer a ocorrência do sinistro, o que é muito triste.
nefasta. Na realidade, é um número estúpido, bem maior do que o resultado de todas as guerras, ora existentes
no nosso planeta. Estamos falando do trânsito no Brasil. E aí, alguém pergunta o motivo de tanta morte, já que em outros países com frotas de veículos e populações bem maiores que a nossa, este número é bem menor?
São vários os fatores que interferem na causa, entre os quais: educação social, severidade das leis, são os principais ícones, além de outros somatórios que podem ser citados como qualidade das nossas estradas, veículos, despreparo de muitos dos nossos condutores, que não se encaixam muito bem, mas tem gente que faz tal alegação. Sobre a nossa legislação, parece que os legisladores elegeram um sistema jurídico para não punir, deixando brechas de todos os tamanhos no código. Um ex. disso é a lei seca, o infrator não é obrigado a colaborar com as provas do seu crime. Quanto a educação no trânsito, é outra fonte de desrespeito, pouca gente se porta como cidadão atraz do volante. Corre demais, dirige sobre efeito de alcool ou outras drogas, ultrapassa na faixa contínua, em lombada, curva, pela direita, pelo acostamento, sem ser habilitado, faz disputa ou pega, coloca criança no banco dianteiro, não usa cinto de segurança e outras tantas loucuras, que somadas, resulta no triste e vergonhoso número de mortos e muito mais de feridos. Eu é que sei quando assumí o Detran de Ipiaú, e iniciei a campanha educativa e proibitiva do uso da famigerada cuia pelos condutores de motos. Hoje, todos compreendem e alguns até me agradecem. Só que no início, fui chamado de intransigente. E assim, é a nível nacional. Muita gente descomprometido com a segurança, gerando vítimas ou até se matando, levado pela estupidez. E o pior, a cada dia a nossa frota aumentando e as nossas autoridades nada fazem no sentido de elevar o nível de segurança dos nossos condutores. Portanto, antes de presentear o seu filho(a) com um veículo, prepare-o(a) para isso, habilite-o(a) e observe se o mesmo está comprometido com a sua segurança e a dos outros. A educação e o controle, começa em família; os guardas do trânsito, só poderão no máximo, multar ou fazer a ocorrência do sinistro, o que é muito triste.
6 de janeiro de 2012
Visão política equivocada
Fundamentada em uma visão equivocada, parte da nossa sociedade professa um pensamento político que não condiz com o desenvolvimento e a justiça social, tema explorado pelos políticos amigos do analfabetismo, do assistencialismo corruptivo e enganador, meio fácil de chegar ao poder, sem que cumpra suas promessas de campanhas, nem exerça a política do bem comum. Sabemos muito bem que; muitas pessoas votam nos candidatos que gostariam de ser: pessoa bem afeiçoada, indinheirada, cheia de amigos famosos, desfilando em carrões etc.etc. Só que ao agirem assim, desprezam os seus companheiros da mesma causa, que se conhecem, se servem nas horas difíceis, elegendo alguém que jamais foi à sua casa, exceto pedir o voto e ainda tomar um cafezinho com o dono da casa, o que orgulha muitas pessoas.
As consequências de tais atitudes aí estão: um congresso nacional repleto de representantes de banqueiros, de grandes empresários, de multinacionais, latifundiários e poucos representantes dos trabalhadores e da camada social menos favorecida. Assim também é nas Assembléias legislativas dos Estados e em determinadas Câmaras Municipais, sem falar nos Prefeitos, que é raro ser eleito uma pessoa pobre, ou simplesmente um trabalhador. E desta forma, o Brasil penou por várias décadas, até o nosso povo entender
que só o pobre pode entender e ser sensível às necessidades e sofrimento do semelhante, além de que o endeuzamento do rico, é uma grande ilusão. Normalmente, quem é rico, nasceu no berço de ouro, ou é bem dotado para o mundo dos negócios, ou explorou a força do trabalho de alguém(os trabalhadores), e raramente tem compromisso com a causa social. É o mundo dos negócios: investir e ter lucro, mesmo na política. É preciso acabar com o ingênuo pensamento de que o pobre não deve ser eleito por não poder socorrer o outro pobre, e que o rico, vai ajudar a todo mundo. Na prática, tem ocorrido o contrário: muitos candidatos pobres, com excelentes mandatos e muito políticos ricos dobrando seus patrimônios, com a verba que seria destinada ao bem estar da populção humilde. Com raras excessões para os gananciosos de todos os padrões sociais, que pruduzem as decepções e os extelionatos políticos(enganam o povo). Em 2012, pense nisso antes de escolher os seus candidatos. Vale lembrar que; não estou excluindo a bondade e capacidade das pessoas ricas, não ambiciosas e sensíveis ao sofrimento humano, que por sinal, estão em extinção.
As consequências de tais atitudes aí estão: um congresso nacional repleto de representantes de banqueiros, de grandes empresários, de multinacionais, latifundiários e poucos representantes dos trabalhadores e da camada social menos favorecida. Assim também é nas Assembléias legislativas dos Estados e em determinadas Câmaras Municipais, sem falar nos Prefeitos, que é raro ser eleito uma pessoa pobre, ou simplesmente um trabalhador. E desta forma, o Brasil penou por várias décadas, até o nosso povo entender
que só o pobre pode entender e ser sensível às necessidades e sofrimento do semelhante, além de que o endeuzamento do rico, é uma grande ilusão. Normalmente, quem é rico, nasceu no berço de ouro, ou é bem dotado para o mundo dos negócios, ou explorou a força do trabalho de alguém(os trabalhadores), e raramente tem compromisso com a causa social. É o mundo dos negócios: investir e ter lucro, mesmo na política. É preciso acabar com o ingênuo pensamento de que o pobre não deve ser eleito por não poder socorrer o outro pobre, e que o rico, vai ajudar a todo mundo. Na prática, tem ocorrido o contrário: muitos candidatos pobres, com excelentes mandatos e muito políticos ricos dobrando seus patrimônios, com a verba que seria destinada ao bem estar da populção humilde. Com raras excessões para os gananciosos de todos os padrões sociais, que pruduzem as decepções e os extelionatos políticos(enganam o povo). Em 2012, pense nisso antes de escolher os seus candidatos. Vale lembrar que; não estou excluindo a bondade e capacidade das pessoas ricas, não ambiciosas e sensíveis ao sofrimento humano, que por sinal, estão em extinção.
5 de janeiro de 2012
O Brasil na economia mundial
É muito bonito e até motivo de orgulho para nós brasileiros, vermos o nosso querido Brasil, classificado como a 6a. economia mundial, ultrapassando potências como o Reino Unido e outros gigantes do chamado primeiro mundo, que até pouco tempo humilhava-nos, no tempo em que vivíamos com a cuia na mão suplicando por empréstimo ao famigerado F.M.I.(fundo monetário internacional), para pagarmos juros da antiga dívida externa. Hoje, por mais piada que pareça, o F.M.I. que nos deve 10 bi do dólares, além de pedir-nos ajuda para tentar salvar a União Européia e os Estado Unidos, que estão quebrados.
Mas, nem tudo é festa e veja o porque: apesar de estarmos bem classificados mundialmente pela economia, termos quase 400 bilhões de dólares em caixa(reservas), temos problemas graves relacionados com a educação, tecnologia, má distribuição de renda, segurança e o pior, a corrupção.
Precisamos resolver urgentemente tais questões, para podermos atingir o padrão de vida de 1o. mundo, e isso não acontece sem prepararmos os nossos jovens, no campo tecnológico, e também criarmos uma nova postura de cidadania, abandonando este maldito virus da corrupção, formando uma sociedade capaz de formar um juízo de valor, o que não ocorre sem investimentos em todos os cantos na educação e infraestrutura, já que temos empregos sobrando e mão de obra qualificada faltando. Sem valorizar o educador, também fica impossivel atingirmos o objetivo educar com qualidade. Portanto, não é só subir patamares na escada da economia. Necessário se faz, que eduquemos o nosso povo, para podermos ocupar um lugar de destaque nos índices de desenvolvimento humano, que é baixíssimo no nosso país. È um trabalho para cada cidadão, cada família e para cada governante e legislador. Precisamos combater essa prática de só de dar bem, às custas do dinheiro público, desde o eleitor que vende o seu voto e elege um canalha, ao legislador que se vende e nada fiscalisa, além dos gestores que metem a mão no cofre do estado ou do Município.
Mas, nem tudo é festa e veja o porque: apesar de estarmos bem classificados mundialmente pela economia, termos quase 400 bilhões de dólares em caixa(reservas), temos problemas graves relacionados com a educação, tecnologia, má distribuição de renda, segurança e o pior, a corrupção.
Precisamos resolver urgentemente tais questões, para podermos atingir o padrão de vida de 1o. mundo, e isso não acontece sem prepararmos os nossos jovens, no campo tecnológico, e também criarmos uma nova postura de cidadania, abandonando este maldito virus da corrupção, formando uma sociedade capaz de formar um juízo de valor, o que não ocorre sem investimentos em todos os cantos na educação e infraestrutura, já que temos empregos sobrando e mão de obra qualificada faltando. Sem valorizar o educador, também fica impossivel atingirmos o objetivo educar com qualidade. Portanto, não é só subir patamares na escada da economia. Necessário se faz, que eduquemos o nosso povo, para podermos ocupar um lugar de destaque nos índices de desenvolvimento humano, que é baixíssimo no nosso país. È um trabalho para cada cidadão, cada família e para cada governante e legislador. Precisamos combater essa prática de só de dar bem, às custas do dinheiro público, desde o eleitor que vende o seu voto e elege um canalha, ao legislador que se vende e nada fiscalisa, além dos gestores que metem a mão no cofre do estado ou do Município.
4 de janeiro de 2012
A que ponto pode chegar a vaidade humana?
Quer testar o caráter de um ser humano? dê-lhe dinheiro ou poder. Uns atribuem esta frase ao filósofo Platão, apesar de ter cursado filosofia, nunca a vi, em algum livro sobre os pensadores gregos. Mas, na verdade, as pessoas normalmente revelam-se por outro lado da personalidade, diante da condição econômica elevada, ou tendo poder de decisão sobre determinadas situações. Um grande e claro exemplo disso, são determinados gestores municipais, quando desejam sentar-se na cadeira de jacaranda, demonstram ser simples, humildes, abnegados pela causa dos pobres, só que quando la chegam, passam a ostentar uma vaidade, um orgulho, uma prepotência, que supera ao método de certos imperadores do passado, rodeados de asseclas de toda espécie, portando a caneta que tanto promove quanto demite, protege os apadrinhados e persegue os considerados adversários, além de movimentar a estrondosa verba de alguns milhões, entre os patrocinadores de suas campanhas políticas e empresários que executam obras super faturadas, dividindo entre si, o bolo que seria destinado ao bem comum.
Para não aparentar tal comportamento, gasta uma boa parcela com a mídia enganosa, aproveita da ignorância e fanatismo de muitos, além de criar um exército de seguidores, dos quais, a maioria mama alguma coisa, isso, na linguagem vulgar.
Objetivo: enrequecimento ilícito em 4 anos, cerscer na política e ainda passar a falsa imagem de bonzinho, caso o seu sucessor seja medíocre na forma de administrar, essa falsa imagem tornar-se-á real. De qualquer sorte, mesmo comprovada a sua desonestidade, terá dinheiro para defender-se com bons advogados, já que o patrimônio retirado dos cofres públicos, normalmente está em nome de laranja, acabando tudo em festa, toda denúncia e apuração. O nome disso é CORRUPÇÃO, prática tão comum na nossa sociedade e que pena, que pessoas até esclarecidas, apoiem indivíduos com tais modus operandi. A prova disso ver-se em certas prefeituras, gestores reclamando de que a verba e insuficiente, só que em época de campanha, surge um bom número de candidatos acompanhados por maior número de financiadores para suas campanhas, já que por pior que esteja o município, sempre pingará todos os meses, o FPM, o ICMS, e outras verbas de convênios, o que satisfaz a ganância de grupos, que poderiam ser chamados de quadrilhas e não de gerenciadores do bem comum. Isso, sem falar em certos vereadores que não fiscalizam nada, exceto os benefícios cobrados em troca de apoio, aos gestores que na linguagem popular, são farinhas do mesmo saco.
Se o seu município se enquadra nesta condição, pense bem antes de partir para a urna no dia 7 de outubro.
Para não aparentar tal comportamento, gasta uma boa parcela com a mídia enganosa, aproveita da ignorância e fanatismo de muitos, além de criar um exército de seguidores, dos quais, a maioria mama alguma coisa, isso, na linguagem vulgar.
Objetivo: enrequecimento ilícito em 4 anos, cerscer na política e ainda passar a falsa imagem de bonzinho, caso o seu sucessor seja medíocre na forma de administrar, essa falsa imagem tornar-se-á real. De qualquer sorte, mesmo comprovada a sua desonestidade, terá dinheiro para defender-se com bons advogados, já que o patrimônio retirado dos cofres públicos, normalmente está em nome de laranja, acabando tudo em festa, toda denúncia e apuração. O nome disso é CORRUPÇÃO, prática tão comum na nossa sociedade e que pena, que pessoas até esclarecidas, apoiem indivíduos com tais modus operandi. A prova disso ver-se em certas prefeituras, gestores reclamando de que a verba e insuficiente, só que em época de campanha, surge um bom número de candidatos acompanhados por maior número de financiadores para suas campanhas, já que por pior que esteja o município, sempre pingará todos os meses, o FPM, o ICMS, e outras verbas de convênios, o que satisfaz a ganância de grupos, que poderiam ser chamados de quadrilhas e não de gerenciadores do bem comum. Isso, sem falar em certos vereadores que não fiscalizam nada, exceto os benefícios cobrados em troca de apoio, aos gestores que na linguagem popular, são farinhas do mesmo saco.
Se o seu município se enquadra nesta condição, pense bem antes de partir para a urna no dia 7 de outubro.
3 de janeiro de 2012
O que significa radical?
Muitas pessoas, por não se afinarem bem com a hermenêutica(interpretação) usam palavras cujo sentido não traduz o que o pensamento do usuário gostaria de dizer. Um exemplo disso, é a palavra radical. Muitos dizem: fulano é radical, cicrano é radical, tratando de pessoas que são determinadas no seu ponto de vista e até mesmo na coerência de suas ações. Radical, é agir ou tratar o fato pela sua raiz. E aí, temos duas linhas de ações e pensamentos: uma dos radicais, considerados mais exigentes ou até intransigentes; outros chamados de liberais, que na linguagem vulgar, chamam de relaxados, ou lessifer. Ocorre que numa sociedade com inversões de valores, carente da ética, em que a seriedade, o respeito pela coisa pública, a corrupção, a impunidade galopante, principalmente para quem tem recursos financeiros, o jeitinho brasileiro, o quebra galho e o espírito da bandidagem, que não está só nos marginais, alguém que age diferente, que cobra uma conduta correta, que não adere ao ganhar dinheiro praticando atos desonestos, é visto como radical. Em compensação, é grande o clamor da sociedade com a corrupção e o desequilíbrio de muita gente, não só no campo politico, mas, também na família.
Ipiaú do passado e no presente.
Não temos dúvida de que: somos originários da monocultura do cacau, compondo a história, que por sinal, muito bonita, dos barões do cacau da Bahia, período de muito glamour e poder econômico da nossa sociedade.
Muitos não gostam de abordar tais lembranças, devido a transformação de muitos ricos em pobres e a perda do poder, o que tornou todo cidadão igual perante a lei. Não podemos esquecer-nos das injustiças que também permeiavam àquela época, não só relacionadas aos desrespeitos aos direitos dos trabalhadores, também à determinados comportamentos dos coronéis e seus apadrinhados, que não eram acostumados a responder juridicamente por abusos cometidos contra pessoas de menor poder aquisitivo. Saria injustiça, não lembrar o lado bom de muitos daqueles homens, que praticavam ações humanitárias em favor de muita gente necessitada e até de bons trabalhadores. Entre os pioneiros de Ipiaú, cito alguns que ainda estão na lembrança de muita gente, e que prestaram relevantes serviços no desenvolvimento da nossa antiga Fuá, Rapatição, Alfredo Martins, Rio Novo e atual Ipiaú: José Thiara, Estevão Calheira, Emídio Barreto, Astrogildo Pinheiro, Abdon Batista, Dr. Mesquita, João Lessa e tantos outros que colaboraram na atividade produtiva, comercial e vendendo ensumos e alimentos aos trabalhadores e produtores do abençoado fruto. Que me perdoem as famílias dos que aqui não foram citados.
Ipiaú do momento: Com a imensa redução da produção do cacau, a nossa querida Ipiaú, tomou outro rumo no seu caminho desenvolvimentista, partindo para o ramo comercial e de prestação de serviço, além de muitas famílias de aposentados, que aqui escolheram para morar e gastar os seus salários, injetando mais valores na economia local, sem falarmos na influência do minério da vizinha Itagibá, que respinga parte dos seus rendimentos aqui, em forma de aluguel, serviços e outros. Ainda precisamos de um novo rumo, no investimento industrial, que a nossa terra tem plena condição, e mais prestação de serviços. E aí pergunta-se: o que está faltando para que isso ocorra? intercâmbio entre os governos do municìpio e o estadual? perguntar, não ofende.
Muitos não gostam de abordar tais lembranças, devido a transformação de muitos ricos em pobres e a perda do poder, o que tornou todo cidadão igual perante a lei. Não podemos esquecer-nos das injustiças que também permeiavam àquela época, não só relacionadas aos desrespeitos aos direitos dos trabalhadores, também à determinados comportamentos dos coronéis e seus apadrinhados, que não eram acostumados a responder juridicamente por abusos cometidos contra pessoas de menor poder aquisitivo. Saria injustiça, não lembrar o lado bom de muitos daqueles homens, que praticavam ações humanitárias em favor de muita gente necessitada e até de bons trabalhadores. Entre os pioneiros de Ipiaú, cito alguns que ainda estão na lembrança de muita gente, e que prestaram relevantes serviços no desenvolvimento da nossa antiga Fuá, Rapatição, Alfredo Martins, Rio Novo e atual Ipiaú: José Thiara, Estevão Calheira, Emídio Barreto, Astrogildo Pinheiro, Abdon Batista, Dr. Mesquita, João Lessa e tantos outros que colaboraram na atividade produtiva, comercial e vendendo ensumos e alimentos aos trabalhadores e produtores do abençoado fruto. Que me perdoem as famílias dos que aqui não foram citados.
Ipiaú do momento: Com a imensa redução da produção do cacau, a nossa querida Ipiaú, tomou outro rumo no seu caminho desenvolvimentista, partindo para o ramo comercial e de prestação de serviço, além de muitas famílias de aposentados, que aqui escolheram para morar e gastar os seus salários, injetando mais valores na economia local, sem falarmos na influência do minério da vizinha Itagibá, que respinga parte dos seus rendimentos aqui, em forma de aluguel, serviços e outros. Ainda precisamos de um novo rumo, no investimento industrial, que a nossa terra tem plena condição, e mais prestação de serviços. E aí pergunta-se: o que está faltando para que isso ocorra? intercâmbio entre os governos do municìpio e o estadual? perguntar, não ofende.
A racionalidade humana
Em tempos modernos em que os conflitos desafiam à harmonia, a sociedade não encontra um meio, que possa resolver os conflitos das mais diversas origens, sem gerar sequelas, mágoas e diferenciação no teor das amizades, peramanecendo no desconforto de ter que conviver ao lado de algo que o incomoda.
Seria isso, consequência de uma educação deficiente? despreparo para lidar com questões complexas, ou falta
de dinamismo para tomar medidas fortes que talvez desagradasse a alguém?
Talvez o uso abusivo da liberdade, a moderna psicologia da educação, a influência da mídia, afalta da presença dos pais, no dia a dia das suas crianças, e até mesmo o descompromisso com o sagrado, além da substituição do ser pelo ter, tenha levado muita gente a uma insversão de valores, muitos tentando alcançar um prazer além do natural, vivenciando crises existenciais geradas por desencontros familiares, sem possuir uma base na sua formação psicológica e espiritual, e o pior: buscando eu diria não a solução, mas, uma fuga diante do álcool ou outras drogas ilícitas, caindo em verdadeiros túneis sem saídas e com isso, elevando o teor do conflito, que deixa de ser familiar e passa a ser social, de difícil solução, em função do comprometimento da sua capacidade neural.
Passe a observar os seus filhos, e ao perceber algo de anormal, dialogue em busca do que o incomoda, der-lhes orientação e apoio, evitando que um pequeno e imperceptível mal estar, venha desenvolver numa psicopatia na família, que podera gerar sofrimento para todos, inclusive para a sociedade.
Seria isso, consequência de uma educação deficiente? despreparo para lidar com questões complexas, ou falta
de dinamismo para tomar medidas fortes que talvez desagradasse a alguém?
Talvez o uso abusivo da liberdade, a moderna psicologia da educação, a influência da mídia, afalta da presença dos pais, no dia a dia das suas crianças, e até mesmo o descompromisso com o sagrado, além da substituição do ser pelo ter, tenha levado muita gente a uma insversão de valores, muitos tentando alcançar um prazer além do natural, vivenciando crises existenciais geradas por desencontros familiares, sem possuir uma base na sua formação psicológica e espiritual, e o pior: buscando eu diria não a solução, mas, uma fuga diante do álcool ou outras drogas ilícitas, caindo em verdadeiros túneis sem saídas e com isso, elevando o teor do conflito, que deixa de ser familiar e passa a ser social, de difícil solução, em função do comprometimento da sua capacidade neural.
Passe a observar os seus filhos, e ao perceber algo de anormal, dialogue em busca do que o incomoda, der-lhes orientação e apoio, evitando que um pequeno e imperceptível mal estar, venha desenvolver numa psicopatia na família, que podera gerar sofrimento para todos, inclusive para a sociedade.
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